A história de Idi Amin Dada, o governante mais louco da história do continente africano

Idi Amin nasceu em Kampala, Unganda, entre os anos de 1923 e 1925, não se sabe ao certo a data.

Sua mãe era considerada uma das feiticeiras mais poderosas da região em que viviam.

Quando jovem, ingressou no Exército Ugandense Britânico. Nessa época, o país ainda era território inglês. Nas forças armadas, passou a lutar boxe e virou um atleta bastante conhecido.

Em 1962, Uganda se tornou um país independente e, quatro anos depois, Idi Amin foi nomeado líder do Exército e da Marinha pelo presidente Milton Obote.

Amin era muito querido pelos membros do exército, usando de seu prestígio e habilidades políticas, deu um golpe de Estado em Obote e se declarou presidente vitalício.

Idi Amin já mostrava traços de sua loucura desde o período em que era apenas um soldado, porém após virar presidente do país, assumiu o caráter psicopático de vez.

Sentado na cadeira da presidência, Amin foi protagonista de muitas maldades e loucuras, como, por exemplo, eliminar oponentes reais e imaginários. Estima-se que cerca de 300 mil pessoas tenham sido assassinadas por ordens dele. Muitas dessas mortes ocorreram simplesmente porque o ditador acordou de mau-humor.

Doido de pedra, certa vez, ele teria escrito uma carta à rainha britânica Elizabeth II dizendo que, se ela quisesse conhecer um homem de verdade, era só visitá-lo em Uganda. Após romper relações diplomáticas com os britânicos, ele se autoproclamou “Rei da Escócia”.

Costumava comer carne humana, principalmente de seus opositores.

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