O suposto plano de Bolsonaro para explodir unidades militares no Rio de Janeiro

Em 1987, na edição de 25 de outubro, VEJA publicou a reportagem “Pôr bombas nos quartéis, um plano na Esao [Escola Superior de Aperfeiçoamento de Oficiais]”, mostrando que Bolsonaro e outro militar, Fábio Passos, tinham um plano de explodir bombas em unidades militares do Rio para pressionar o comando.

Segundo fontes de dentro do exército a intenção era demonstrar a insatisfação com os salários e criar problemas para o ministro (do Exército) Leônidas Pires Gonçalves. Bolsonaro, já naquela época se destacava como um representante das parênteses mais baixas dos quartéis. Sendo uma voz aos revoltosos.

Bolsonaro – que sempre negou a autoria de plano para colocar bombas em unidades militares, foi processado pela Justiça Militar, em um processo, o qual, em primeira instância foi condenado. Mas seu advogado recorreu ao Superior Tribunal Militar (STM). A Corte, por 8 votos a 4, considerou Bolsonaro “não culpado” dessa acusação, já que havia dois laudos inconclusivos em relação à autoria dos esboços publicados por VEJA, o tribunal, então, resolveu optar, corretamente, pela presunção da inocência do futuro presidente.

O Jornalista investigativo Luiz Maklouf Carvalho que escreve em seu livro, “O Cadete – A Vida de Jair Bolsonaro no Quartel” , que Bolsonaro foi absolvido mas expulso das Forças Armadas por conta de uma espécie de acordo interno para abafar o caso.

De qualquer forma Jair é considerado inocente, de qualquer acusação, e atualmente é presidente da República e tem como Ministros e funcionários do governo membros do exército brasileiro.

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