Pedro Rodrigues Filho, vulgo Pedrinho Matador, considerado o terror do sistema carcerário brasileiro

Pedrinho Matador perseguia e matava outros criminosos, suas vítimas, segundo ele, eram considerados homens “maus”
Pedrinho tem uma extensa ficha criminal, com mais de 150 homicídios na ficha, totalizando mais de 400 anos de prisão


Matou pela primeira vez aos 14 anos de idade, a vítima foi o vice-prefeito de sua cidade natal, Santa Rita do Sapucaí. Segundo apurado judicialmente, o político demitiu o pai de Pedrinho, por isso, foi morto com tiros de espingarda na porta da prefeitura. Entre os crimes cometidos por Pedrinho matador está o assassinato do próprio pai, numa cadeia da cidade, depois que este matou sua mãe com 21 golpes de facão. A vingança do filho foi cruel: além de 22 facadas, arrancou o coração do pai, mastigou uma parte e depois a cuspiu.
Depois de preso, Pedrinho passou anos dentro das penitenciárias matando desafetos, estupradores e homens que cometeram crimes contra crianças.

“Gosto de matar quebrando o pescoço, pego de surpresa e fica fácil de quebrar. Nunca matei um homem bom, só mato gente ruim”, disse Pedro a uma grande revista que o entrevistou no final dos anos 90.


Pedrinho matador virou um grande símbolo do sistema penitenciário brasileiro, foi transferido diversas vezes de cadeia para cadeia, sempre fazendo novas vítimas, é conhecido pela população carcerária como o maior assassino da história do sistema, título que não costuma ostentar, pois acredita que não estava cometendo crimes, mas sim limpando a sociedade.

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