Ela existiu: conheça a origem da lenda da “Loira do Banheiro”

Segundo a lenda urbana, a loira aparece quando uma pessoa bate a porta do banheiro, chuta o vaso sanitário, dá uma descarga e fala um ‘palavrão’, (esses métodos variam conforme a região).

A história nasce em Guaratinguetá:

A versão contada na cidade sobre a “Loira” é de que ela foi forçada pelo pai, o Visconde de Guaratinguetá, a casar aos 14 anos com um homem influente da cidade. Pouco tempo depois, no entanto, fugiu. Vendeu suas joias e foi para Paris com apenas 18 anos. Na Europa, usou sua fortuna para frequentar bailes da alta sociedade.

O corpo de Maria Augusta voltou ao Brasil apenas após a sua morte, cujas causas são desconhecidas. À época, uma das empregadas do casarão onde ela morou no Brasil afirmou ter visto o espelho do local se quebrar assim que a jovem faleceu.

No navio na volta ao Brasil, o caixão onde o corpo de Maria Augusta estava foi violado. Ladrões queriam as joias, que estavam junto ao corpo. Com isso, perdeu-se seu atestado de óbito.

Quando chegou à cidade, foi colocada em uma redoma de vidro. O cadáver de Maria vestia um vestido branco e grandes tufos de algodão tapavam suas narinas e seus ouvidos, estava pálida. O corpo ficou na redoma por alguns dias, enquanto faziam o túmulo dela no Cemitério dos Passos em Guaratinguetá. Alguns funcionários da mansão disseram ter visto a mulher andando pela casa e vizinhos disseram que a viram pelas redondezas. Por isso nasceu a lenda de que ela saiu da redoma por não ter paciência para esperar seu enterro.

A mansão, no início do século XX, se transformou na escola Conselheiro Rodrigues Alves. Ao receber alunos da comunidade próxima ao local, a história foi se espalhando até virar uma lenda muito conhecida e difundida principalmente em instituições de ensino.

Todo mundo, durante os primeiros anos do ensino fundamental, deve ter se deparado com essa história.

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